Ajudar não custa!

Não percebo nada de contabilidade, (o que justifica o estado das minhas finanças), nunca na vida preenchi uma folha que seja do IRS, e só vejo as folhitas anexadas a um mail,quando preciso delas para provar os meus rendimentos em instituições que só emprestam dinheiro a quem não precisa. Ainda assim a informação chega a mim como se fosse a rainha dos números!!!

Faz umas semanas recebi um SMS a lembrar que no anexo H podemos doar parte do nosso IRS a instituições de caridade. Reenviei o SMS para a minha contabilista e limitei-me a acrescentar “quando fizeres o meu não te esqueças:”. Hoje recebi um mail duma dessas instituições, a APAV, a pedir divulgação, “Tendo em conta que o blog Pinky Report é um dos mais vistos de Portugal…”. Confesso que não sei onde foram buscar essa ideia, e devo esclarecer que este blog não é como da Pipoca, aqui só vem meia dúzia de gatos pingados. Mas se essa meia dúzia ajudar já vale a pena!

Fica aqui a informação necessária para sobre a instituição, e a lembrança de que ajudar não custa nada. Quem preenche a A B C D E F G também preenche a H… que possivelmente é a única verdadeiramente útil à humanidade!

A APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima para o cumprimento da sua missão social de apoio às vítimas de todos os crimes, e especialmente as vítimas mais vulneráveis, conta com o apoio solidário de muitos doadores e cidadãos. Em 2013, foram apoiadas por semana cerca de 19 crianças e jovens, 134 adultos e 15 pessoas idosas vítimas de crime e de violência.

A doação através da consignação de 0,5% do IRS no preenchimento da declaração anual de IRS é muito importante para que continuemos a prosseguir o Apoio às Vítimas. Os donativos são um importante suporte financeiro para a missão da APAV.

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Não tenho nada para vestir…

A páscoa é o renascer, a oportunidade de corrigir os nossos erros e nos tornarmos pessoas melhores… o que não significa ficar menos fúteis… que disso que Deus me perdoe mas não consigo abdicar!

Esta páscoa propus-me fazer duas coisas, que passava a vida a dizer que tinha de fazer e nunca fazia.

1ª ler a bíblia da primeira à ultima página. Que isto de ser católico é muito bonito, ouvir o padre falar do salmo não sei quantos e a sua interpretação é muito prático, mas pegar no livro, lê-lo duma ponta à outra, e fazer a nossa própria interpretação é algo completamente diferente!

2ª – Usar e seleccionar tudo o que tenho no roupeiro. Depois de passar semanas a fazer malas, desfaze-las novamente e a arrumar tudo no roupeiro, percebi, mais uma vez, que o meu problema não é falta de roupa, mas falta de tempo. Fazer apostas seguras, vestir-me em segundos com as peças que já sei que não falham, e consequentemente passar a vida a usar o mesmo. Nos dias mais complicados, e quando já estou farta das apostas seguras, dizer com o ar mais credível do mundo… não tenho nada para vestir… quando no fundo ando sempre é com o mesmo!

A bíblia começou a ser lida na sexta e a ver pelo tamanho, e os milhões de asteriscos, tenho leitura até à próxima páscoa.
A roupa começa amanhã com a nova rubrica “Não tenho nada para vestir”, vou começar numa ponta do roupeiro e só acabo quando chegar ao fim, não posso repetir nada até ter usado tudo, não posso saltar cabides porque não me apetece vestir qualquer coisa, ( excepto o que não me serve por ter engordado milhões de kg). Tudo o que vestir e não gostar, ou não me sentir bem, vai para doação, no evento “fashion night in”. Um evento que criei em 2012, e que consiste em reunir com as amigas e as suas malas de roupas para dar. Depois de cada uma abrir a sua mala e ver quem quer ficar com o quê, acabamos todas felizes com peças novas a custo zero. As peças que ninguém quer vão para a cruz vermelha, que aquilo que uns não querem andam os outros desertos!

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Sei lá… Apeteceu-me!!!

De regresso às salas de cinema apareceu-me uma boa dose de futilidade e fui ver o sei lá!

Os cenários estão muito bem conseguidos aparelhagens com CDs, Nokias e mototola da época e excepção ao candeeiro da área que é mais que conhecido para entrar num filme de época está tudo muito bem.

A primeira parte foi deliciosa, a segunda não tanto mas esteve bem bem. O final uma desilusão, demasiado repentino e muito pouco realista… mais duas cenas, para terminar como começa, teria sido perfeito!

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