Magia ao Luar

Quando se junta razão, espiritualidade e amor o resultado só pode ser mágico!

Colin Firth está fabuloso como sempre, e encarna uma personagem muito racional que faz tudo para não acreditar em nada que não seja deste mundo. Emma Stone faz de tudo para o fazer acreditar. No meio da duvida surgem diálogos deliciosos que nós prendem do início ao fim!IMG_3335.JPG

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Sexo e a Cidade!

Só quem andou muito distraído nos últimos anos não seguiu a série Sexo e a Cidade, com 4 amigas fabulosas cada uma com o seu estilo e personalidade diferente.

A série foi possivelmente das mais engraçadas de sempre, e relativamente a moda foi um êxito. Muitas marcas foram dadas a conhecer ao mercado por Patricia Field, através da personagem Carrie. Os Manolos ficaram tão associados à série que não há mulher no planeta que não se lembre dos míticos Manolo azuis que foram colocados no closet. Até Sarah Jessica Parker quando decidiu criar a sua própria marca de sapatos recorreu a George Malkemus, CEO da Manolo Blahnik.

Depois da série começaram os filmes, o primeiro viu-se mas deixou muito a desejar, o segundo teve uma crítica bem pior. E ainda assim vão lançar um terceiro. Depois de alguns rumores foi agora oficializado. O próximo filme da série sexo e a cidade vai sair, e como é óbvio não vou perder, só falta saber a data da estreia!

A Culpa É Das Estrelas

Nunca fui menina de chorar com filmes, recordo-me de chorar que nem uma madalena arrependida aos 7 anos, quando fui com os pais ao cinema ver o ET, e anos mais tarde, quando vi o Club dos Poetas Mortos, pela 3ª vez. Desde Junho de 2012, (quando tive o que considero, até hoje, o maior desgosto amoroso da minha vida) que não há filme mais sensível que não me faça cair uma lágrima. Mas A culpa das estrelas é diferente! Se o tivesse visto antes de 2012 teria chorado igualmente, do início ao fim. Chorei com as alegrias, com a tristezas, e com sofrimento das personagens, com a “injustiça” da vida, com a forma como são realizadas as cenas, as músicas escolhidas para cada momento, com as citações escolhidas do diário de Anne Frank, com o descobrir do champagne por parte das personagens… basicamente chorei com tudo. Não foi o drama em si que me fez chorar, mas a caracterização, a sensibilidade, a personalidade, o optimismo das personagens perante a morte, que nunca são vistas como vítimas. A doença não é explorada no seu pior mas no que nos traz de melhor, no tentar aproveita o bom da vida apesar das adversidade encontradas. Chorei com tudo, porque cada detalhe é simplesmente perfeito e emocionante.

É dos melhores filmes que vi. Imperdível. Todos os que gostam de cinema devem dirigir-se à sala de cinema mais próxima, para ver este filme deslumbrante, e cheio de pormenores que só são captados numa tela gigante. Mas não se esqueçam de deixar a maquilhagem em casa, de ir munidos de leços de papel, e de não limpar as lágrimas a cada segundo para não ficarem com os olhos e o nariz encarnados. Só assim para conseguirem sair da sala de cinema com um ar minimamente composto e sem caírem no ridículo se tentarem esconder por trás de uns óculos escuros!20140706-224224-81744051.jpg

Maleficent – Don’t Believe the Fairy Tale

Apesar de acreditar no amor eterno, e até no amor à primeira vista, nunca acreditei em contos de fadas com príncipes encantados dos quais depende a nossa felicidade. Mas há contos de fadas encantadores, e esta nova interpretação da bela adormecida é sem duvida um deles!

Os vilões são ao mesmo tempo heróis, o mal vive de mãos dadas com o bem, onde a fada boa vira fada má, sem deixar de ser boa. Um conto de fadas bem mais próximo da realidade. Com Angelina Jolie no seu melhor, que apesar da caracterização fabulosa, está cada vez mais bonita e a brilhar tanto na versão boa como na má.

Com um pouco de sorte todos os contos serão reinventados, e as próximas gerações deixarão de acumular desgostos, uns atrás dos outros, em busca de príncipes encantados que não existem!

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Sei lá… Apeteceu-me!!!

De regresso às salas de cinema apareceu-me uma boa dose de futilidade e fui ver o sei lá!

Os cenários estão muito bem conseguidos aparelhagens com CDs, Nokias e mototola da época e excepção ao candeeiro da área que é mais que conhecido para entrar num filme de época está tudo muito bem.

A primeira parte foi deliciosa, a segunda não tanto mas esteve bem bem. O final uma desilusão, demasiado repentino e muito pouco realista… mais duas cenas, para terminar como começa, teria sido perfeito!

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47 Ronin

Começa o ano e começam as idas ao cinema, e para começar em grande nada como uma história de amor eterno, que apesar de achar o dia dos namorados uma pirosada, sou uma verdadeira romântica e adoro histórias de amor.

Baseado na tradicional lenda japonesa do séc XVIII, e com efeitos especiais fabulosos à mistura, é uma versão americana dos valores orientais, e da própria lenda. É quase que a versão romântica da lenda. A crítica no geral é péssima, mas eu amei! Foi sem dúvida o filme ideal para começar o ano, muito inspirador e com Keanu Reeves como bônus!

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